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Desabafo de um pai de família

Começo esta carta relembrando o grande atleta de Karatê, Cláudio Ferraz, tio de minha filha Carol, outra atleta ainda no início de sua carreira, mas que muito promete, pois já conseguiu acumular vários títulos, sendo os principais o de campeã mineira e brasileira em sua categoria. Este ano, com a mudança de governo, o Karatê da cidade passou a não ter o brilho dos anos anteriores. Com a saída do grande técnico Alexandre Guissoni, todos sentiram a sua falta e as dificuldades aumentaram muito.
Falo neste jornal da falta de consideração para com a minha pessoa, que muito contribuiu com a URS e com a Secretaria de Esportes, cujo secretário é hoje o vereador Marcos Pires. No último campeonato brasileiro, em São Paulo, não obtivemos nenhuma ajuda da Secretaria de Esportes. E só lamento por não termos conseguido levantar mais atletas, pois com certeza teríamos sagrado tricampeões e lamento também a URS e a Secretaria de Esportes terem dispensado o nosso professor de karatê e de não dar mais apoio ao karatê de Sacramento, hoje um dos melhores do Estado, graças ao trabalho do professor Alexandre.
Falo de peito aberto, não só eu, mas muitos outros pais que têm vontade de falar, mas não têm coragem. Hoje temos que deixar o orgulho de lado e agradecer as pessoas que merecem: Maria Angela Zago; Rotary Clube, César Pirajá, Paulo Marincek, Pacheco e Dr. Pedro, por estarem ajudando a levar no campeonato deste ano, com minha campeã e filha, que só me dá orgulho. Agradeço também pessoas importantes da nossa família, minha irmã e seu marido Antonio Dair e Tereza Ferraz, a avó de Carol e minha querida sogra.
Gostaria de parabenizar o professor de minha filha, Alexandre Guissoni, pelo esforço de treiná-la em sua residência nos fins de tarde, quando deveria estar descansando, mas se dispôs a ajudá-la em mais essa empreitada, onde recentemente a levou a São Paulo, através do Centro de Treinamento do Coronel CTC, e conseguiram a terceira melhor colocação do país. Obrigado amigo! E se fiz alguma coisa contra você, me desculpe.
José Vanildo Faria e família
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