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Fumo e álcool
Nunca, antes, na história deste país, o álcool e o fumo foram alvos de campanhas tão bem coordenadas contra eles.
A bebida foi objeto de uma lei muito severa, denominada Lei Seca. Nos primeiros meses de vigência, tal lei conseguiu diminuir o número de acidentes nas estradas, bem como o de vítimas fatais e o de feridos, além de reduzir custos nos hospitais. O importante, mesmo, são as vidas salvas.
Carne de Cabrito
Durante a semana toda, a Mercearia Martins ostentou, na sua seção de carnes, um belo cartaz:
"A PARTIR DE SEGUNDA-FEIRA TEREMOS CARNE DE CABRITO"
Arrumado tudo, só não conseguiram encontrar quem matasse os bichos.
Um assunto oportuno: a coragem
Há ocasiões em que o articulista passa por momentos de angústia, à procura de um tema a ser abordado no espaço semanal ou diário que um jornal lhe concede.
Em compensação, se é que podemos assim dizer, há momentos em que os assuntos pululam na cabeça do escrivinhador e ele fica mais angustiado, pois sua escolha pode não recair sobre um tema ideal e a oportunidade para a abordagem de algum outro, também importante, pode ser perdida.
Homenagem a Maria de Lourdes Reis
Pelas gêmeas Aní e Iná Bittencourt.
" Ei-las subindo,
leves, fugazes,
para o infinito,
para a amplidão."
(Versos de Maria de Lourdes Reis)
Hoje, iremos prestar uma homenagem a imortal Acadêmica Maria de Lourdes Reis, que nos deixou um legado, em livros, crônicas, poesias, poemas.Citar atributos de Maria de Lourdes Reis seriam infinitos e diversificados como foi a sua vida. Educadora,aventureira, doce guerreira, discreta, estrela fulgurante, artista gravando um CD com letras de sua autoria e musicalizada por Lindomar Carneiro, intitulado Paranoá que inebria a alma e alegra a vida.Todos que dela se aproximavam sentiam seu carisma, seu talento, seu "Dom" único, diferenciado.Uma Mulher de extrema sensibilidade que partindo de Araguari com uma infância feliz foi para outras plagas e se radicalizou em Brasilia. Vontade firme, coração bondoso. Espírito real e justo, fantasia transbordante, temperada por grande senso prático, grande generosidade, nobreza de sentimentos harmonia, amor, alegria....
A arte de filosofar
O que seria do mundo sem os filósofos? Eles têm mentes privilegiadas e passam a vida propondo caminhos para os demais mortais. Sempre que tenho à mão algum pensamento filosófico, passo algum tempo a meditar sobre o que li, procurando alcançar o significado.
Para rir e para chorar
Sobre um lenhador, há uma anedota, que até pode provocar alguma risada: Um lenhador, desempregado, foi para a Região Amazônica levando o seu precioso machado, ferramenta de trabalho. Lá chegando, apresentou-se a um proprietário de madeireira, oferecendo seus serviços. O madeireiro achou graça na oferta, porém retrucou que o serviço de derrubar árvores, em tempos modernos, é feito com motosserras. Entretanto o lenhador, precisando ganhar o pão-de-cada-dia, prontificou-se a fazer uma demonstração de seu desempenho por um dia a troco de comida e alguns reais. Aceita a proposta, o madeireiro determinou a área a ser trabalhada e colocou-se num lugar de onde poderia acompanhar o trabalho do lenhador.
Ler é preciso
Como parte de um estudo elaborado pelo Instituto Pró-Livro, uma recente pesquisa sobre o hábito de ler denominada Retratos da Leitura no Brasil mostra que as mulheres lêem mais que os homens. E que a população brasileira lê pouco ou quase nada. Além disso, as mulheres constituem o público maior em quase todos os gêneros da literatura, enquanto os homens lêem mais sobre história, política e ciências sociais.
A árvore de bons frutos
Em 1958 o educador-pai Murilo Pacheco de Menezes fundou, com Salim Hueb, o Colégio Nossa Senhora das Graças. Hoje, 3 de junho de 2008, é celebrada uma Missa em Ação de Graças pelo cinqüentenário da Escola.
Espaço livre para novos sentimentos
É comum se ter o hábito de acumular coisas. Quem o faz parece seguir um antigo ensinamento popular que afirma: “quem guarda o que não presta sempre tem o que precisa”. Com o passar do tempo, cômodos ficam entulhados de trastes os mais diversos, que terminam por não serem utilizados por anos e anos. Ficou valendo, então, só a primeira parte do ditado, pois guardou-se o que não mais se prestou ao uso, entretanto nunca mais se precisou do que foi guardado. E também não se pôde comprar coisa alguma nova, pois o espaço na casa ficou ocupado por objetos sem utilidade, objetos que até podem estar fazendo falta em outros lares.
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